Prof. Nailor Marques Jr.

maio 14, 2012

Crônicas do Miguel - Fóssil

Arquivado em: Publicações — Prof. Nailor Marques Jr. @ 8:04 pm

Nesse friozinho de maio, estamos eu e Miguel embaixo das cobertas vendo um programa no History channel sobre cadáveres de soldados romanos recém-descobertos. Assim que os arqueólogos descobriram todo o esqueleto, Miguel me disse:

- Nossa, que esqueleto grande, papai, sabia que isso é um fóssil?!

Eu dei risada e perguntei:

- O que é um fóssil?

-É o sobrenome do esqueleto.

Crônicas do Miguel - Dia das mães

Arquivado em: Publicações — Prof. Nailor Marques Jr. @ 8:00 pm

Domingo, dia das mães de 2012, Miguel acordou, olhou para mim e me disse:

- Feliz dia das mães, papai!

Perfeito, eu ri e chorei.

maio 12, 2012

Origem do nome Nailor

Arquivado em: comportamento — Prof. Nailor Marques Jr. @ 8:07 am

No site http://www.significado.origem.nom.br/nomes é possível encontrar essa explicação, que até então eu desconhecia, mas me identifiquei muito com ela. A parte do brilho eu vou deixar para a careca.

Origem do Nome Nailor

Qual a origem do nome Nailor: ÀRABE

Significado de Nailor

Qual o significado do nome Nailor: A ESTRELA BRILHANTE DO NAVIO.

Significado e origem do nome nailor - Analise da Primeira Letra do Nome: N

Trabalhador incansável, muito dinâmico, inteligente e criativo, possui muita disciplina e está sempre disposto a colaborar sem outra intenção que não seja a de ajudar os outros. Com sua praticidade consegue executar quaisquer tarefas cansativas e monótonas, daquelas que a maioria das pessoas costumam recusar. Não admite ser interrompido quando está trabalhando, e é critico por demais com si mesmo e com outros.

maio 11, 2012

Vereadores marigaenses a favor dos super salários

Arquivado em: política — Prof. Nailor Marques Jr. @ 5:51 pm

O povo perdeu, vereadores REPRESENTAM O POVO (ou deveriam), se o povo não quer pagar os tais salários, porque crê não é justo (e não é), o vereador tem de acatar ou deixar de ser vereador. Vereador é ocupação, não é profissão. Votaram a favor da permanência de um salário de 12 mil reais:

– Heine Macieira (PP)
– Paulo Soni (PSB)
– Wellington Andrade (PRP)
– Luiz do Postinho (PRP)
– Manoel Sobrinho (PCdoB)
– Aparecido Regini ‘Zebrão’ (PP)
– John Alves (PMDB)

Não votou (o mesmo que votar a favor)
- Mário Hossokawa (PMDB)

maio 7, 2012

Desabafo de uma professora brasileira na Alemanha

Arquivado em: Educação — Prof. Nailor Marques Jr. @ 11:06 am

Depois da minha entrevista no Programa do JÔ, dia 04/05/12,  tenho recebido muito e-mails e pedi autorização para publicar e compartilhar esse desabafo de uma ex-professora brasileira que mora hoje na Alemanha.

 

“Meu nome é Débora, sou bióloga, nascida em São Paulo-SP em 2009 mudei para a Irlanda com meu marido (Irlandês) e há um mês moro na Alemanha.

 

Ontem pude assistir sua entrevista no Programa do Jô e fiquei muito feliz com seu ponto de vista em relação à educação no Brasil, principalmente quando cita a recente medida do governo em colocar um maior número de alunos nas universidades.

 

Muitos amigos meus dizem para eu voltar para o Brasil, pois sabem que minhas condições na Europa não estão boas, muito disso devido à grave crise financeira. Dizem que o Brasil está crescendo muito e cheio de oportunidades. Eu me pergunto, como o Brasil está crescendo? Dando oportunidade a uma maior parte da população para comprar eletrodomésticos da chamada Linha Branca? Abrindo as portas das universidades para uma população tão mal alfabetizada?

 

Eu sempre fui uma apaixonada pela biologia e pelo ensino da matéria. Sempre quis muito ser professora e modificar a maneira dos alunos enxergarem a biologia, principalmente num mundo onde tanto se fala em sustentabilidade e um futuro mais verde para as próximas gerações.

 

Infelizmente esta não é uma história de sucesso. Depois de bater à porta de muitas escolas e levar um não para casa, eu desisti e me mudei para a Europa. Ainda assim, antes de mudar, ainda tentei uma aproximação com as escolas para dar palestras, mostrando um lado da biologia que poucos conhecem. Cheguei a escutar de uma professora que palestras sobre gravidez na adolescência não faziam parte da grade de ciências e que ela não estavainteressada.

 

Comecei a investigar a tal palavra mágica chamada “sustentabilidade” e ver quanto isto realmente estava sendo levado a sério. Descobri que sustentabilidade foi apenas uma palavra para o jogo de marketing das empresas pois nenhuma delas tinha realmente um grupo que coordenava estas mudanças na empresa. Uma vez, liguei para uma grande empresa

automobilística perguntando a respeito das propostas de sustentabilidade

que eu havia visto no website. Obtive como resposta o seguinte: “Nossa empresa não tem programa real de sustentabilidade, eu sou engenheiro responsável da empresa e o máximo que fazemos é reciclar as latinhas do refeitório da empresa.”

 

Então passei a me perguntar o que realmente é responsabilidade social para o Brasil. O que é sustentabilidade e como levam isso a sério. E meu conflito com meu próprio país começa a crescer. Ver um país tão rico em fontes naturais, onde o sol e o bom tempo para plantio reinam o ano todo, onde as maior diversidade de plantas e animais podem ser encontradas, jogando tudo no lixo por falta de estrutura humana. Aqui em Leipzig, há 2 anos atrás quando estive para celebrar o ano novo, fui à uma exposiçãosobre a Amazônia e me emocionei de tal forma que não conseguia parar chorar. Me emocionei pelo fato de ver que aquilo tudo, aquela quantidade imensa de animais e diversidade biológica é nossa. Ver que como bióloga, nunca tive oportunidade de usar esta natureza toda para estudar. 93% dos biólogos formados no Brasil não atuam na área. Este é o pior dos conflitos que posso viver.

 

Recentemente vi uma reportagem que as tais sacolas plásticas nos supermercados foram banidas e estavam substituindo por sacolas supostamente biodegradáveis mas que, uma vez passadas por um teste, eram simplesmente iguais a qualquer outra sacola plástica que demora 400 anos para serem biodegradadas pelo meio ambiente. Aqui na Europa, as sacolas plásticas simplesmente não existem mais e pronto.

 

É como disse em sua entrevista, Havard, só tem as melhores pessoas porque não passa a mão na cabeça do aluno. Eu fui sempre uma aluna interessada a aprender, mas sempre me vi restrita a aula desinteressantes e professores desmotivados, mesmo tendo sempre estudado em escola particular. O mundo fora da sala de aula sempre me pareceu muito mais interessante. Na sala de aula, era obrigada a estudar Machado de Assis não pelo seu lado encantador e sua história, mas pelo fato de que se você não lê Machado de Assis, você vai sair da escola um ser ignorante; assim como se não ler Camões e entender seus versos.

 

Tive o desprazer de ter aula de ecologia, a matéria que mais esperei na faculdade, com uma professora que falava “pica-pais”, “rostão-cochoso” “voos rajantes”. Não, ela não tinha língua presa ou deficiência no mecanismo da fala.  Neste meu e-mail, com certeza o senhor é capaz de encontrar muitas falhas de escrita, no entanto, eu não pertenço ao mundo do “qdo”, “vc”,”pq” que se espalha pela internet. Vejo que o potencial eu sempre tive, mas os moldes errados os quais somos inseridos nas escolas deixam rebarbas difíceis de serem lapidadas conforme o passar dos anos.

 

Estive envolvida num projeto pioneiro pelo Instituto Butantã em São Paulo. O projeto era desenvolver estudo com mediadores de inflamação causados pela picada de escorpião amarelo, o mais abundante no Brasil e com maior índice de mortes. Sabe o que aconteceu com a pesquisa? Foi pro lixo. Pelo simples fato do meu orientador na época, com PhD em Inflamação e Imunologia, ser demitido e estar até hoje sem emprego.  Um país que quer colocar pessoas nas universidades com profissionais de alto nível fora do mercado, que crescer como? Vi colegas de classe abrindo livros e não sabendo procurar no índice o tema desejado para o trabalho. A pior notícia é que hoje, eles sentam nos bancos das universidades como alunos de mestrado. Isso me apavora. Me apavora também o fato da USP, a maior universidade pública do país, viver em caos de greves, descasos e abandono, carregando histórias de morte e estupros ao invés de descobertas científicas.

 

O povo brasileiro é criativo, alegre. Sabe superar dificuldades. No meu laboratório, uma colega não tinha dinheiro para importar um produto da Alemanha para dar continuidade às pesquisas, então usou fermento biológico e atingiu os resultados previstos. O laboratório do Instituto Butantã, eu diria, o maior centro de pesquisa biomédica para animais peçonhentos da América Latina, usava copos e canudos de rede de fast-food por falta de verba para comprar materiais adequados.

 

Agora, aqui na Europa, eu ainda não me encaixei na biologia, sabe por quê? Porque a gente sofre muito preconceito por eles. Porque eles valorizam o produto humano interno. Porque eles sabem o preço e todo o custo de se educar seriamente um ser humano e transformar um órgão incrivelmente maleável como cérebro em obras primas.

 

Eu gostaria de agradecer muito seu tempo. Assistir sua entrevista no programa me fez muito bem. Pensar que esta crítica está certa. Que ainda não estou louca ao pensar que o Brasil está num crescimento desordenado e sem qualidade. Infelizmente, estar de longe do meu país só me faz enxergar as coisas mais claramente e temo que este crescimento se enrole no seu próprio pé e não possa mais caminhar. Perder o fio da meada na educação de um país é pedir para que a ignorância se espalhe como um vírus.”

 

Muito Obrigada

 

Débora Nogueira Severino

 

abril 23, 2012

A falência múltipla dos órgãos públicos

Arquivado em: Publicações — Prof. Nailor Marques Jr. @ 1:03 pm

Matéria de O Globo de 17/04/12 – Arnaldo Jabor

 

Os corruptos ajudam-nos a descobrir o país. Há sete anos, Roberto Jefferson nos abriu a cortina do mensalão.

Agora, com a dupla personalidade de Demóstenes Torres, descortinamos rios e florestas e a imensa paisagem de Cachoeira.

Jefferson teve uma importância ideológica. Cachoeira é uma inovação sociológica.

Cachoeira é uma aula magna de ciência politica sobre o Sistema do país. Vamos aprender muito com essa crise. É um esplendoroso universo de fatos, de gestos, de caras, de palavras que eclodiram diante de nossos olhos nas últimas semanas. Meu Deus, que riqueza, que profusão de cores e ritmos em nossa consciência política! Que fartura de novidades da sordidez social, tão fecunda quanto a beleza de nossas matas, cachoeiras, várzeas e flores.

Roberto Jefferson denunciou os bolchevistas no poder, os corruptos que roubavam por “bons motivos”, pelo “bem do povo”, na base dos “fins que justificam os meios”. E, assim, defenestrou a gangue de netinhos de Lenin que cercavam o Lula, que, com sua imensa sorte, se livrou dos manda-chuvas que o dominavam. Cachoeira é uma alegoria viva do patrimonialismo, a desgraça secular que devasta a História de nosso país. Sarney também seria “didático”, mas nada gruda nele, em seu terno de teflon; no entanto, quem estudasse sua vida entenderia o retrato perfeito do atraso brasileiro dos últimos 50 anos.

Cachoeira é a verdade brasileira explícita, é o retrato do adultério permanente entre a coisa pública e privada, aperfeiçoado nos últimos dez anos, graças à maior invenção de Lula: a “ingovernabilidade”.

Cachoeira é um acidente que rompeu a lisa aparência da “normalidade” oficial do país. Sempre soubemos que os negócios entre governo e iniciativa privada vêm envenenados pelas eternas malandragens: invenção de despesas inúteis (como as lanchas do Ministério da Pesca), superfaturamento de compras, divisão de propinas, enfrentamento descarado de flagrantes, porque perder a dignidade vale a pena, se a grana for boa, cabeça erguida negando tudo, uns meses de humilhações ignoradas pelo cinismo e pela confiança de que a Justiça cega, surda e muda vai salvá-los. De resto, com a grana na “cumbuca”, as feridas cicatrizam logo.

O governo do PT desmoralizou o escândalo, e Cachoeira é o monumento que Lula esculpiu. Lula inventou a ingovernabilidade em seu proveito pessoal. Não foi nem por estratégia política por um fim “maior” - foi só para ele.

Achávamos a corrupção uma exceção, um pecado, mas hoje vemos que o PT transformou a corrupção em uma forma de governo, em um instrumento de trabalho. A corrupção pública e privada é muito mais grave e lesiva que o tráfico de drogas.

Lula teve a esperteza de usar nossa anomalia secular em projeto de governo. Essa foi a realização mais profunda do governo Lula: o escancaramento didático do patrimonialismo burguês e o desenho de um novo e “peronista” patrimonialismo de Estado.

Quando o paladino da moralidade Demóstenes ficou nu, foi uma mão na roda para dezenas de ladrões que moram no Congresso: “Se ele também rouba, vamos usá-lo como um Omo, um sabão em pó para nos lavar, vamos nos esconder atrás dele, vamos expor nosso escândalo por seu comportamento e assim, seremos esquecidos!”

Os maiores assaltantes se horrorizaram, com boquinha de nojo e olhos em alvo: “Meu Deus… como ele pôde fazer isso?”

Usam-no como um oportuno bode expiatório, mas ele é mais um “boi de piranha” tardio, que vai na frente para a boiada se lavar atrás.

Demóstenes foi uma isca. O PT inventou a isca e foi o primeiro a mordê-la. “Ótimo!” - berrou o famoso estalinista Rui Falcão. - “Agora vamos revelar a farsa do mensalão!” -, no mesmo tom em que o assassino iraniano disse que não houve Holocausto. “Não houve o mensalão; foi a mídia que inventou, porque está comprada pela oposição!” Os neototalitários não desistem da repressão à imprensa democrática…

E foi o Lula que estimulou a CPI, mesmo prejudicando o governo de Dilma, que ele usa como faxineira também das performances midiáticas que cometeu em seu governo. Dilma está aborrecida. Ela não concorda que as investigações possam servir para que o Partido se vingue dos meios de comunicação e não quer paralisar o Congresso. Mas Lula não liga. “Ela que se vire…” - ele pensa em seu egoísmo, secretamente até querendo que ela se dane, para ele voltar em 14. Agora, todo mundo está com medo, além da presidente. O PT está receoso - talvez vagamente arrependido. Pode voltar tudo: aloprados, caixas 2 falsas, a volta de Jefferson, Celso Daniel, tantas coisinhas miúdas… A CPI é um poço sem fundo. O PMDB, liderado pelo comandante do atraso Sarney, também está com medo. A velha raposa foi contra, pois sabe que merda não tem bússola e pode espirrar neles. Vejam o pânico de presidir o Conselho de Ética, conselho que tem membros com graves problema na Justiça. Se bem que é maravilhoso o povo saber que Renan, Juca, Humberto Alves, Gim Argello, Collor serão os “catões”, os puros defensores da decência… Não é sublime tudo isso? Nunca antes em nossa História alianças tão espúrias tiveram o condão de nos ensinar tanto sobre o Brasil. A cada dia, nos tornamos mais sábios, mais cultos sobre esta grande chácara de oligarquias. E eu estou otimista. Acho que tudo que ocorre vai nos ensinar muito. Há qualquer coisa de novo nesta imundície. O mundo atual demanda um pouco mais de decência política. Cachoeira, Jefferson, Durval Barbosa nos ensinam muito. Estamos progredindo, pois aparece mais a secular engrenagem latrinária que funciona abaixo dos esgotos da pátria. A verdade está nos intestinos da política.

Mas o país é tão frágil, tão dependente de acasos, que vivemos com o suspense do julgamento do mensalão pelo STF.

Se o ministro Ricardo Lewandowski não terminar sua lenta leitura do processo, nada acontecerá, e a Justiça estará desmoralizada para sempre.

 

abril 16, 2012

Palestra na madrugada

Arquivado em: comportamento — Prof. Nailor Marques Jr. @ 5:06 pm

Quatro horas da manhã. Um homem com andar meio cambaleante caminha pela rua escura. Um carro da polícia se aproxima e os policiais resolvem averiguar a situação:

- Onde vai o cidadão a uma hora destas?

- Estou indo assistir uma palestra…

- Palestra?! A esta hora? Sobre o quê?

- Sobre os efeitos do álcool e das drogas no corpo humano. Os danos causados pela esbórnia e a farra na degradação da vida amorosa conjugal. Nos impactos negativos sobre o sistema nervoso central e periférico advindos dessa vida desregrada. Dos malefícios aos órgãos internos e também externos devastados pela ingestão desenfreada de fumo, álcool e drogas ilícitas. A vida sem Deus no coração.

- Ô meu, fala sério! E quem vai dar uma palestra desta abrangência e

relevância científica a esta hora da madrugada?

- Minha esposa quando eu chegar em casa.

 

 

abril 11, 2012

Resumo das obras da UEM e Unioeste 2012

Arquivado em: Publicações — Prof. Nailor Marques Jr. @ 11:16 am

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Dois irmãos de Milton Hatoum - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

Iracema de José de Alencar - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

D. Casmurro de Machado de Assis - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

Contos novos de Mário de Andrade - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

O calor da coisas de Nelida Pinon - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

Menino do engenho de José Lins do Rego - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

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Famigerado de Guimarães Rosa - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

Baladas das mocinhas do passeio de Dalton Trevisan - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

Apelo de Dalton Trevisan - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

Passeio noturno de Rubem Fonseca - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

O Peru de Natal de Mário de Andrade - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

Negrinha e Bucólica de Monteiro Lobato - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

Cantiga de esponsais, A Cartomante, Missa do Galo de Machado de Assis - resumo - comentários compre em www.atelierderedacao.com.br

abril 2, 2012

Crônicas do Miguel - Coragem

Arquivado em: Publicações — Prof. Nailor Marques Jr. @ 2:15 pm

Hoje, 02/04/12, como quase todas as segundas-feiras fui levar o Miguel à escola. Chegamos um pouco antes e ficamos com outros pais e crianças esperando a hora da liberação da entrada. Enquanto isso ele fica correndo e brincando com os meninos de sua turma. A porta se abriu a professora chamou, ele veio, pegou a sua mochila e eu gritei:

- Espera aí, dá um beijo no papai.

Ele me abraçou e beijou e enquanto fazia eu disse:

- Não se esqueça que o papai te ama muito e que vai sentir muita saudade.

E fiquei agarrado a ele beijando e beijando seu rosto, ele me separou, olhou para mim e me disse:

- Coragem.

Eu saí de lá rindo muito e pensando que a felicidade é muito simples.

Crônicas do Miguel - Viveram felizes para sempre

Arquivado em: Publicações — Prof. Nailor Marques Jr. @ 2:10 pm

Sábado, 31/03, foi o dia da filosofias do Miguel. Estávamos para dormir, ele dorme comigo nos finais de semana, e ele me pediu para ler uma das histórias que tenho em cima da cama. Ele gosta muito de Pandolfo Bereba, da Eva Furnari (e eu também).

Na verdade, como ele já conhece bem a história, eu apenas viro as páginas, vou mostrando as ilustrações e vai narrando a história por conta própria. No final depois que o prícipe Pandolfo se casa com a moça que o salvou da perseguição na rua, ele sempre dizia “e viveram felizes para todo o sempre”. Nesse dia, não sei por quê, ele falou:

- E ferveram felizes para todo o sempre.

Eu caí na gargalhada e perguntei o que ele havia dito, na hora já entendeu que era algo errado, porém engraçado e já repetiu rindo também:

- E “ferveram” felizes para todo o sempre.

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